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Big Data alinha o que a empresa oferta com a expectativa do consumidor

expectativa do consumidor
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Como uma empresa pode falar aos seus clientes se não sabe sequer onde encontrá-los? Como uma organização pode saber se sua oferta está em sintonia com a expectativa do consumidor, se ele é absolutamente anônimo para ela?

O segredo do sucesso de uma grande companhia é se fazer presente sempre que seu cliente necessite e, o mais importante: entender suas expectativas.

Para tanto, é necessário desenvolver um aguçado conhecimento do mercado, da concorrência e, sobretudo, de seu target – detalhes que a maioria das organizações ainda desprezam. Neste artigo, você descobrirá como Big Data ajuda a localizar seus clientes e entender suas necessidades, a fim de oferecer soluções cirúrgicas de acordo com o que seu consumidor espera.

Como alinhar: expectativa do consumidor X o que a empresa entrega

O grande desafio da maioria dos departamentos de marketing e vendas é converter um lead em cliente e oferecer a ele acompanhamento especializado durante todas as etapas do funil de vendas. Isso porque muitos prospects não querem deixar nenhum “rastro” para posterior contato da empresa (e-mail, telefone, rede social etc), fato que atrapalha tanto a fase de apresentação quanto o desenvolvimento de produtos sintonizados com o que o consumidor deseja. Como então alinhar a expectativa do consumidor com o que a empresa entrega a ele?

A resposta passa inevitavelmente pelo trabalho com Social Big Data, um verdadeiro garimpo em mídias sociais. Além disso, atrair o máximo possível de curtidas e seguidores é essencial, já que isso possibilitará o contato posterior com seus alvos, maior interação, compreensão de perfil e, consequentemente, melhor oportunidade para alinhar o que a organização produz em relação às demandas de mercado. Social Big Data permite também, de forma indireta, otimizar a viralização das campanhas publicitárias, fazendo com que a organização alcance públicos que demandariam imensos investimentos se fossem buscados pelas vias do marketing tradicional (TV, rádio, jornais e outras mídias).

Conheça os erros na personalização do marketing

Um levantamento recente da Boxever (startup irlandesa ligada a soluções em Big Data para o setor aéreo) mostrou que:

  • 61% dos consumidores entrevistados disseram que as ofertas e comunicações não correspondem à sua localização nem com o que fazem usualmente;
  • 56% informaram que as ofertas e comunicações não são compatíveis com suas necessidades e interesses;
  • 27% dos entrevistados disseram que as campanhas publicitárias os fazem sentir como se a empresa não os conhecessem.

Daí a importância de conhecer bem o seu público-alvo, de saber o caminho preciso para se chegar ao destino (com menor esforço possível), evitando gastar rios de dinheiro com campanhas inócuas, que alcançam indiscriminadamente diversos grupos de pessoas (boa parte deles, não ligados aos seus produtos).

Veja alguns erros mais comuns na personalização do marketing, que desalinham seu produto em relação à expectativa do consumidor:

  • E-mail marketing sem qualquer segmentação;
  • Ausência de dados essenciais para que o prospect contate a empresa;
  • Tratar o cliente como um ser passivo, sem capacidade de retroação, de se manifestar sobre as mensagens publicitárias da empresa.

Veja algumas práticas para alinhar as suas estratégias

O linguista José Luiz Fiorin dizia que “é preciso ser poliglota dentro de sua própria língua”. Embora aplicada a outro contexto, a frase cai com perfeição no que se refere aos canais que as empresas devem usar para apresentar seus produtos. O outbound marketing (TV, rádio, revistas, outdoors e jornais) deve conviver harmoniosamente com as estratégias de inbound marketing (mídias sociais, marketing de conteúdo e SEO); entretanto, deve ficar claro que esta última opção é mais barata, mais longeva e alcança um público muito maior. Além disso, a internet permite ainda maior interação com o público, o que facilita a compreensão da expectativa do consumidor.

Conheça algumas possibilidades para satisfazer os seus targets:

Não abra mão dos recursos tecnológicos para conhecer de perto seu cliente

Gigantes do mercado mundial, em diversos segmentos, conseguem produzir o que seu cliente precisa com muito mais velocidade que as empresas comuns. Isso se deve, entre outras razões, porque essas companhias trabalham com ferramentas preditivas (algo que inclusive as pequenas e médias empresas também podem fazer).

A Nike, por exemplo, maior fabricante de materiais esportivos do mundo, desenvolve seus tênis com base nos dados coletados por meio de um aplicativo que mostra ao praticante de corrida informações valiosas sobre o seu treino, como frequência cardíaca, quilometragem percorrida e velocidade média. Essas informações são compartilhadas em mídias sociais, o que permite a realização de um profundo trabalho em Social Big Data.

Faça parcerias com quem tem expertise em Big Data

Ter acesso aos dados não significa necessariamente ter vantagem competitiva. Em um universo em que as informações circulam pelo mundo em fração de segundos, o que diferencia um vencedor de um estagnado é a capacidade de analisar, cruzar e extrair valor desses dados, transformando-os em informações estratégicas para a organização. Daí a importância de ter parcerias com empresas especialistas em análise de Big Data.

Dê voz ao seu consumidor

Dê espaço em redes sociais, SAC e e-mail marketing para que seu cliente possa participar do processo de desenvolvimento de produtos. Ofereça promoções que o estimulem a replicar os posts da organização, dar sugestões ou até criticar os pontos fracos de sua produção. Tudo isso levará sua empresa a trabalhar cada vez mais em sinergia com a expectativa do consumidor.

Ainda não conhece todas as potencialidades do uso de Big Data? Siga-nos no Facebook e Twitter para acompanhar nossos conteúdos exclusivos sobre tudo o que essa estratégia pode fazer pela sua empresa!

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