Como Big Data já está sendo usado no varejo

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A nova sociedade mobile, a quebra da fronteira entre o on e offline e a formação de um perfil de cliente mais participativo e menos fiel às marcas, têm exigido mais dos grandes varejistas.

Um duro processo de adaptação que inclui a presença inegociável da Ciência de Dados para ajudar a entender o que seu público necessita — antes que ele mesmo se dê conta.

Hoje você vai compreender como utilizar Big Data no varejo antes que seus rivais o coloquem à margem do mercado!

Big Data como instrumento de visão holística do negócio

Já parou para pensar na quantidade de dados que sua atividade comercial gera diariamente? Tente juntar todos os e-mails do SAC, todos os relatórios de vendas, o planejamento estratégico de toda a história da empresa, as ações de marketing já realizadas, os demonstrativos de resultados, etc.

Não há como tabular, cruzar, tratar e otimizar toda essa infinidade de dados para insights à mão!

Nem com o auxílio de recursos mais simples, como uma planilha do Excel ou softwares de B.I. essa tarefa seria precisa e/ou flexível o suficiente para permitir a transformação de dados em informação para decisão.

O mercado de hoje lida com uma quantidade de informações inimaginável há alguns anos. É preciso caminhar junto com a mudança da sociedade e é isso que um sistema especializado em Inteligência de Dados se propõe a fazer, permitindo que o gestor tenha uma visão 360º de todas as oportunidades de seu negócio.

Big Data e suas utilizações múltiplas

As soluções em Big Data para o varejo e a indústria de bens de consumo têm sido usadas, principalmente, na compreensão plena do cliente. Uma ferramenta de mineração em redes sociais permite, por exemplo, entender que reação seu target teve no primeiro contato com uma ação de marketing digital lançada na web — e em tempo real.

Esse simples discernimento já possibilita a um supermercado, rede de lojas ou mesmo uma grande montadora automativa, readequar a ação em caso de rejeição ou complementá-la, caso seu cliente apresente novas necessidades.

Ter subsídio para o desenvolvimento de novos produtos é outra função fundamental da Ciência de Dados. Ela transforma dados brutos em indicativos do que seu consumidor precisa (de fato), garantindo maior personalização, potencial de fidelização e aumento da base de clientes. Os algoritmos são usados pela Análise Preditiva para jogar luz onde a concorrência só enxerga escuridão.

Por fim, Big Data no setor de bens de consumo e no varejo é útil também para otimizar os processos internos, provendo inteligência operacional ao seu negócio. Esses recursos computacionais podem, em segundos, calcular o tempo médio de permanência de cada item no estoque ou as perdas financeiras ocorridas em função de um planejamento de rotas equivocado na entrega de produtos.

É a provisão de uma visão analítica para que a empresa ganhe agilidade e possa mudar seus rumos ao sabor das transformações do mercado.

O mundo moderno não permite tempo de adaptação.

Walmart e seus muitos cases de sucesso

Já citamos em outros posts algumas inovações que o Walmart vêm trazendo ao mercado com o uso de Big Data no varejo. Mas seu pioneirismo parece ilimitado.

Imagine que o consumidor precise fazer as compras do mês no supermercado. Ele acessa o smartphone, cita itens de forma genérica (no sistema de reconhecimento de voz), como “biscoitos, lasanha, iogurte e queijo”.

Em tempo real, o app monta a lista completa dos itens enunciados, jogando no carrinho virtual os produtos, em perfeita sintonia com as marcas preferidas do cliente. O preço já é apontado no final e o cliente pode encerrar suas compras — que levaram menos de 2 minutos.

Essa é mais uma aula de Big Data no varejo. A captura de dados na área exclusiva do cliente do Walmart permite que algoritmos cruzem os produtos citados com as marcas que costumam ser escolhidas pelo cliente, tudo em fração de segundos. A C&A, ligada ao setor da moda, também vem implementando soluções em Big Data que proporcionam facilidades semelhantes aos seus consumidores.


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Percebeu que as possibilidades de uso de Big Data na indústria de bens de consumo ou no varejo são infinitas? Quer levar também sua empresa ao novo milênio?

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