Análise e Discussão Big Data Cases

Gestão Educacional 2.0: Big Data na administração de instituições de ensino

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Já sabemos a maneira que empresas como Google e Facebook mineram Big Data para direcionar publicidades e conteúdos orgânicos que talvez nos interessem.

Mas como isso seria feito no setor educacional?

Bem, por meio da análise das informações, professores e diretores descobrem como os estudantes estão acessando e interagindo com o seu conteúdo online, mensuram o nível de envolvimento com o estudo, o grau de aprendizado e o mais importante: compreendem os motivos que levam os alunos a executar tais ações!

Quer descobrir como essa revolução no ensino funciona? Então continue lendo o artigo e descubra!

Big Data nas universidades

Nos Estados Unidos, muitas faculdades já adotaram soluções de Big Data para melhorar a experiência do aluno na universidade. A partir da mineração dos dados é possível antever analiticamente a reação dos graduandos diante de tipos específicos de conteúdo ou mesmo os próximos passos que eles desejam tomar em sua trajetória acadêmica.

Ou seja, da mesma forma que a Netflix cria e sugere séries inteligentemente voltadas para determinados segmentos de seu público, as instituições de ensino podem elaborar cursos online, centrais de estudos virtuais e até mesmo reestruturar seus percursos acadêmicos no contexto offline.

Por meio das provas e matérias oferecidas virtualmente, pode-se ainda compreender o que os estudantes aprenderam, quando aprenderam e em que nível de profundidade. Com esses dados em mãos, elas tem a chave para produzir outros cursos que possam interessá-los mais no próximo semestre.

Na prática: evitando a evasão escolar

Na Ball State University, por exemplo, os mentores acreditam que as pessoas que estão engajadas na vida universitária são mais propensas a se formar. Por isso, a administração da universidade utiliza Big Data para identificar os alunos que apresentem tendências de desmotivação com o curso para viabilizar intervenções acadêmicas e reverter esse quadro de desmotivação.

Quando algum aluno deixa de participar dos eventos universitários, centros de carreira ou programas de liderança, rapidamente um conselheiro entra em contato para saber se há algum problema.

Como os educadores podem utilizar Big Data?

Aplicativos como o BubbleScore permitem que os professores usem a criatividade e enviem testes via celular ou escaneando a folha pela câmera do smartphone. Depois, eles recebem todas as notas, podem exportar os resultados e analisá-los de acordos com parâmetros pré-definidos.

É justamente o processo de análise automatizada desse grande volume de dados que permite aos professores a compreensão do que os seus pupilos entenderam ou não, para então decidir no que focar nas próximas semanas.

A Purdue University usa Big Data de uma maneira similar para reduzir o baixo rendimento dos alunos. Através de uma análise detalhada, a instituição percebeu que os graduandos se sentem mais estimulados depois de receber uma mensagem pessoal do seu educador, então resolveu apostar nisso.

Agora, é feita uma mineração de dados relativa ao desempenho acadêmico dos estudantes para verificar quem não está tendo uma boa performance. A partir daí, os instrutores enviam e-mails encorajadores para auxiliar aqueles que foram identificados e deixá-los mais motivados a melhorar as atividades.
Entendeu como o assunto é tão grande e pode ir muito além do que imaginamos?

Pois é, Big Data é algo que está revolucionando a tecnologia da informação em todos os sentidos e definitivamente não pode ser resumido em apenas um artigo. Se você quiser saber mais sobre o tema para entendê-lo a fundo, não deixe de assinar a nossa newsletter!

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