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Números incríveis para entender e usar Social Big Data

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Muita coisa acontece em apenas um minuto na internet: 2 milhões de consultas são feitas no Google, mais de 100 mil mensagens são enviadas via Twitter, cerca de 200 milhões de e-mails são disparados no mundo, entre tantas outras interações, segundo aponta o site Social Media Today.

Nesse contexto, é notável que as pessoas ampliaram suas maneiras de interação umas com as outras e até com o que consomem através da web, gerando uma montanha de informações  a ser explorada. Esse volume de dados também é capaz de impactar nas escolhas de todos.

E estes números, quando bem analisados, explicam por que as empresas devem apostar nas soluções do Social Big Data para melhorar ainda mais seus negócios. Neste post, separamos alguns destes dados para demonstrar como a análise de informações pode ajudá-lo a melhorar o atendimento de clientes, otimizar operações, gerar mais lucro para a sua empresa, além de trazer benefícios diversos, dependendo de seu uso.

 

40 zetabytes de dados serão criados até 2020

A cada dia são criados 2,3 trilhões de gigabytes no universo digital. Em comparação às informações criadas em 2005, teremos 300 vezes mais dados disponíveis daqui a seis anos. É um crescimento muito grande em um tempo relativamente pequeno. Esta massa de informações, em grande parte gerada nas redes sociais, pode ser um indicador não apenas das preferências dos consumidores, mas também de comportamentos da concorrência e de tendências do mercado.

Imagine poder reajustar preços de forma mais rápida por meio da coleta e análise de informações relevantes dos concorrentes e do mercado como um todo, para melhorar ainda mais o desempenho das suas vendas? Com uma ferramenta de mineração de dados, é possível realizar este trabalho mais rapidamente e separar as informações que realmente são relevantes para o seu negócio.

 

Empresas já contam com 100 terabytes de dados armazenados

O armazenamento de dados cresce de forma surpreendente nas empresas, independentemente do segmento em que atuem ou do seu tamanho. A maioria dos empreendimentos americanos tem pelo menos 100 terabytes de dados armazenados sendo que as interações geradas nos seus canais e perfis nas redes sociais contribuem muito para esse volume.

No entanto, não adianta apenas guardar estas informações. É preciso analisá-las para poder gerar mais ideias e estratégias com foco no crescimento do negócio. No caso das redes sociais, que contam com dados não estruturados – como vídeos, fotos, áudios, curtidas compartilhamentos e comentários variados – é importante ter uma ferramenta de mineração com foco no Social Big Data para ajudá-lo na coleta, processamento e estudo destas informações.

 

Em 2016 teremos 18,9 bilhões de conexões

Este número de conexões, que é mais que o dobro da quantidade de pessoas no mundo, diz respeito não só à conectividade via computador, mas também por meio de dispositivos móveis e sensores espalhados por todos os cantos e equipamentos. Atualmente, já temos 6 bilhões de pessoas com smartphones ao redor do globo e a tendência é que o número de devices ligados à web aumente.

Muitas empresas já estão lançando mão de dados colhidos por sensores, redes sociais e outras fontes para saber como se comporta o consumidor e, assim, entendê-lo melhor. Afinal, o relacionamento de uma marca com seu cliente não termina após a conclusão de uma compra. Por meio do monitoramento destas conexões, é possível rastrear os caminhos traçados por seus clientes, mesmo quando eles estiverem conectados apenas via mobile.

 

30 bilhões de postagens são registradas só no Facebook por mês

Há bilhões de usuários ativos nas redes sociais. Considerando uma das maiores, o Facebook, 30 bilhões de informações são compartilhadas no canal mensalmente. Mas o fluxo de dados não para por aí. No YouTube, 4 bilhões de horas de vídeos são assistidos a cada mês e no Twitter, 400 milhões de tweets são publicados por dia.

Isso significa que, quando conectados, os consumidores passam boa parte do seu tempo interagindo nas redes sociais, demonstrando indiretamente seus hábitos, interesses e preferências de consumo.

Quando coletadas, armazenadas e analisadas corretamente por meio do Social Big Data, estas informações ajudam as corporações a traçar perfis mais específicos e segmentados de usuários, a oferecer produtos e serviços de acordo com a localização, faixa etária e grupo de interesses, por exemplo, com o objetivo de melhorar a experiência de compra. Além disso, são úteis para demonstrar as melhores ações nas redes sociais para aumentar cada vez mais o engajamento e o interesse dos consumidores, de acordo com os padrões revelados.

 

Dados de baixa qualidade custam US$ 3,1 trilhões ao ano nos EUA

Em se tratando de tomada de decisão, contar com informações que assegurem o melhor caminho a ser trilhado é fundamental. No entanto, nem sempre isso acontece. Atualmente, a cada três líderes de negócios, um não confia nos dados que tem em mãos, o que pode levar a ações desastrosas e que custam muito às empresas. Só nos Estados Unidos, dados de baixa qualidade representam um prejuízo de US$ 3,1 trilhões ao ano.

Este problema pode ser superado com o uso do Social Big Data. Isso porque, ao contar com um sistema que gerencie uma quantidade grande de informações, fica mais fácil garimpar padrões e descobrir as informações mais relevantes para o seu negócio. A capacidade de fazer interações complexas, que vão além do feeling dos gestores, garante ações e campanhas mais precisas que, em vez de darem prejuízo, geram mais lucros para as empresas.

 

Para aproveitar todas as possibilidades que o Social Big Data oferece, é preciso contar com uma boa ferramenta de mineração e análise de informações. Só assim será possível “escalar” essa montanha de dados em redes sociais.

Você ainda tem dúvidas sobre como aplicar esta solução no seu negócio? Então deixe um comentário e entre em contato com a gente!

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