Dicas Monitoramento de Redes Sociais

Relatório para quê?

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Para muitos analistas de mídias sociais, a palavra “relatório” é sinônimo de dor de cabeça e calafrios. Considerado por muitos uma das atribuições mais massantes da rotina, o relatório é visto, com frequência, como um “mal necessário”: cumpre o papel de registrar números de determinado período e funciona como uma forma de resposta ou satisfação à empresa ou ao cliente.

Essa falta de interesse explica, de certa forma, uma falha comum no processo que envolve planejamento, produção de conteúdo e análise de resultados. Se o relatório – fundamental na análise de resultados de uma campanha ou uma estratégia de longo prazo – tem sua importância reduzida, o planejamento e a produção de conteúdo ficam comprometidos.

Ao compreender a importância do relatório para seu trabalho como um todo, o analista passa a vê-lo como um aliado. Mais do que páginas recheadas com números e gráficos, um relatório bem feito é um instrumento eficaz de avaliação do que está sendo feito e um ponto de partida para os próximos planejamentos.

Como usar o relatório a seu favor?

Um olhar atento para algumas métricas e informações importantes extraídas das mídias sociais pode simplificar e qualificar o trabalho de um analista. Alguns exemplos de aplicação ilustram a importância de um relatório bem construído:

Produzir conteúdo direcionado

Quem é o público que segue sua marca nas redes sociais? São mais mulheres? Mais homens? Qual é a faixa etária predominante? Dados como esses não servem apenas para estampar gráficos em um relatório. Conhecer os diferentes perfis de usuários é a primeira etapa de um planejamento estratégico.

No entanto, vá além das informações básicas. Procure entender o comportamento e as preferências do público. Quantos participam ativamente, quantos participam pouco, quantos são inativos? Também se relacionam com concorrentes? Do que mais eles gostam? Sobre o que falam? Onde estão?

Produzir conteúdo não é apenas alimentar os canais com publicações diárias. Post que não desperta interesse no público é spam. O conteúdo deve ser direcionado, atraente e relevante para perfis específicos de usuários.

Estabelecer relações e laços com usuários

Não basta reunir informações sobre comportamento, padrão de compras e outras preferências. O mais importante é saber usá-las com inteligência. Se cada usuário tem um perfil particular e diferente, por que padronizar o envio de e-mail marketing e o atendimento via SAC?

Por que não usar as informações para construir um relacionamento personalizado? Um e-mail marketing direcionado certamente tem um potencial de conversão muito maior do que um padronizado. Um atendimento padrão pode resolver o problema de um usuário, mas um atendimento personalizado pode fidelizar e criar laços.

Rever estratégias

Ainda que o planejamento seja bem feito, não há qualquer garantia de que tudo funcione como esperado. O relatório é uma forma de avaliar o que está e o que não está funcionando. Por isso, a montagem do relatório é um ótimo momento para identificar tipos de conteúdo e outras estratégias que não funcionaram.

Como construir um bom relatório?

Um bom relatório é aquele que consegue, por si só, contar uma história, transmitir informações relevantes e apontar caminhos. Antes de começar a montá-lo, é interessante definir quais são as métricas mais importantes e em qual ordem elas deverão ficar dispostas.

Para escolher as métricas e demais informações, é preciso estabelecer quais são os objetivos específicos. Em um relatório de uma campanha de curta duração, por exemplo, o foco do relatório deve ser a recepção do público, o alcance, além de taxas de conversão e demais metas previamente definidas.

Já no caso de relatórios recorrentes, o foco deve estar na evolução e em eventuais destaques do período. É interessante também incluir informações e insights sobre perfis de usuários e conversas relevantes. Comparativos e dados adicionais da concorrência podem enriquecer ainda mais o resultado final.

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