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Meu marketing tem conteúdo?

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Sabe quando a gente diz que uma pessoa tem conteúdo? Geralmente, estamos nos referindo a alguém que consideramos inteligente, bem informado, antenado, papo bom. Uma pessoa interessante, cativante, admirada por outros.

O Marketing de Conteúdo segue esse mesmo conceito e busca atrair, conquistar e engajar consumidores por meio de variadas estratégias. Uma delas é divulgar conteúdo que gere interesse no público e agregue valor à marca.

A teoria é bem simples. Investir em Marketing de Conteúdo é investir em conteúdo de qualidade. Mas e na prática? Que conteúdo é esse? Que estratégias devem ser usadas para conquistar o status de “marca de conteúdo”?

 

Conteúdo para quê?

Seja para um site, um blog ou uma fanpage em uma rede social, antes de começar a produzir, é fundamental que você saiba responder a essa pergunta. Ou seja, é fundamental que você saiba qual é seu objetivo, o que você quer alcançar através do conteúdo que vai produzir.

Por exemplo, se seu objetivo é conquistar acessos a um site, comentários em um blog, likes e compartilhamentos em uma fanpage, você vai procurar produzir um conteúdo que gere muito interesse. Para isso, você pode escolher um assunto “da moda” ou talvez utilizar um pouco de humor. Usando os recursos certos, possivelmente o conteúdo cumprirá seu objetivo de gerar interesse.

Mas o que significa conquistar acessos e visualizações? Será que isso necessariamente tem algum impacto positivo para a marca? A resposta é não. Se não for bem trabalhado, o conteúdo poderá ter um efeito negativo. Ou efeito nenhum. Por isso, na hora de traçar os objetivos pretendidos, é importante pensar também de que forma esse conteúdo vai contribuir e agregar valor.

 

Conteúdo para quem?

Antes mesmo de pensar no tipo de conteúdo a ser produzido, é preciso definir para quem esse conteúdo será direcionado. Quem é seu público-alvo? Nem pense em responder “todo mundo”. Se você tentar atingir “todo mundo”, provavelmente não vai atingir ninguém.

Pense no que você oferece ao público e tente classificá-lo por faixa etária, gênero, localização geográfica, renda, interesse. Enfim, a ideia é ser o mais detalhista possível. Assim, fica mais fácil entender o público e pensar em um conteúdo que seja de interesse, pelo menos, da maior parte dele.

Conhecer seu público é meio caminho andado para produzir conteúdo relevante. Ainda falta a outra metade do caminho.

 

Embalagem x Conteúdo

Não dá para pensar em conteúdo sem pensar na embalagem. Um site, um blog, uma fanpage, são como produtos em uma prateleira. Se você já conhece o conteúdo e sabe que é de qualidade, é aquele produto que você vai procurar. Mas se você ainda não conhece, o que vai se destacar na prateleira é o produto com a embalagem mais legal.

Na web as coisas funcionam mais ou menos assim. Nas redes sociais, se a imagem que acompanha o conteúdo não se destacar, o post provavelmente não vai ser visto. O artigo de um blog pode ser sensacional, mas se a fonte escolhida prejudicar a leitura do texto, talvez o usuário nem acabe de ler. O mesmo vale para um site. Se o design ou a organização das informações não agradar, dificilmente o visitante retornará.

Definiu o conteúdo? Visualize. Na sua timeline no Facebook, em um blog, em um site. Pense na imagem, na fonte, nos mínimos detalhes. Coloque-se no lugar do público. Você se interessaria?

 

Não confie: avalie

Objetivo definido, público definido, embalagem definida. Só falta publicar. Se você fez tudo certo, não tem como dar errado. Correto? Errado. O planejamento é essencial. Mas talvez seja ainda mais importante a avaliação contínua do conteúdo, do comportamento do público, dos resultados práticos.

 

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